Juntei os pontos,
montei o quebra cabeça, entendi o enredo. Foi um golpe tão grande, uma decepção
tão irreal, uma história tão absurda, que custei a ver. Foi dessas ciladas de
fazer perder o laço, de encher de angústia e doer de vazio. Foi desses momentos
pra lá de ruim para o corpo e para a alma. Foi dessas armadilhas invisíveis que,
olhando bem, às vezes são armadas até por nós mesmo, desatentos em chãos que pareciam
confiáveis. Não, não foi à primeira vez e tenho certeza que não será a última.
Eu me doei sim e não me arrependo nem um centímetro. Pra acreditar, confiar e ser
amigo é preciso viver com os olhos do coração. E eu vivo.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
domingo, 8 de julho de 2012
Decepção!
Tomara
que a tempestade dos momentos mais difíceis não seja suficiente de esconder por
muito tempo o meu sol. Que toda vez que o meu coração ficar gelado e o ar ficar
difícil de sair, eu invente um modo de zelar por ele com todo respeito que o
mesmo merece. Que lá no fim mais fundo do fim do túnel me reste sempre uma
brecha qualquer para ver um bocadinho das estrelas.
Desejo
que meus desenganos mais destruidores não me tire a vontade para semear
esperança. Que a memória de tempos difíceis, não me tire à fé e a positividade.
Que sempre que doer até latejar, meu corpo encontre paz para descansar na rede
mais calma do meu pensamento. Que o mal exista, porque ele existe, mas que não
tenha grandeza para fazer o bem perder.
Espero
que eu não desista de ser quem sou por ninguém
deste mundo. Que eu veja o brilho do outro sem esquecer o meu. Que as fofocas
não atrapalhem as nossas verdades, mesmo que
sejam imprevisíveis. Que estiagem nenhuma seja capaz de matar meu calor
mais profundo, que quando as lágrimas descerem eu não me esqueça de buscar meus
ideais.
Anseio,
que apesar de tudo e de todos, eu continue tendo garra para não abrir mão da minha felicidade.
Que
assim seja!
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